Posts By : Advertu

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O padel já não é só uma moda

Portugal é já o segundo país europeu em praticantes de padel: cerca de 6 mil praticantes. Há já mais de 100 campos em Portugal.

 

Apesar de recente em Portugal, o padel é um desporto que tem atraído cada vez mais praticantes, como se vê pelo crescente número de campos em Portugal – eram 50 campos em 2011, hoje já são 107, dos quais 56 em Lisboa.

A modalidade, que começou a ser praticada em Portugal em 2001, teve nos últimos dois anos uma adesão notável. Estima-se que o número de jogadores em Portugal ascenda a 6 mil, dos quais 5 mil na Grande Lisboa.

Mas afinal o que é isso do padel? É um desporto jogado a pares e semelhante ao ténis – a pontuação é idêntica, o campo é parecido, embora mais pequeno e rodeado de vidro, onde a bola deve bater depois de bater no chão. É, aliás, essa interação dos vidros que recoloca a bola em jogo, dando mais emoção e dinâmica à disputa dos pontos. Duas características interessantes desta modalidade são a possibilidade de utilizar o próprio vidro para devolver a bola para o campo do par adversário e a possibilidade de apanhar a bola fora do campo e devolvê-la aos adversários.

Os vidros são mesmo a maior novidade e desafio nesta modalidade. Um verdadeiro “quebra-cabeças” para quem começa a jogar padel, mas que rapidamente se transforma num divertido desafio, sendo que o efeito da bola, a força, o sítio onde toca no vidro pode mudar completamente a dinâmica do jogo.

Ver os profissionais (Portugal já tem alguns) a jogar esta modalidade e a reagir com uma velocidade incrível a estas variantes do jogo é algo de fascinante. Proporciona espectáculos de destreza e habilidade em ambientes dinâmicos e competitivos, pois jogado a nível profissional envolve uma grande complexidade tática e estratégica. Por outro lado, a modalidade cresce cada vez mais como opção de lazer para amadores, o que se deve ao fato de o Padel ser um desporto fácil e rápido de se aprender e que, inicialmente, não exige uma especial condição física ou técnica rigorosa.

A crescente afluência tem sido justificada com testemunhos de que é um desporto “altamente viciante”: “quanto mais se joga mais se quer jogar”, “é um desporto muito divertido porque a bola não para nunca”, de tal forma contagiante que o efeito “passa palavra” acaba por facilmente levar mais pessoas a experimentar esta modalidade. A percentagem de jogadores que continua a jogar depois de experimentar é muito alta, entre os 80% e os 90%.

De onde vem?

Há duas versões para as origens do padel. Uma vem de uma lenda acerca de passageiros de navios ingleses que tentaram adaptar a prática do ténis ao espaço do navio, criando um “ténis de alto mar”, protegido por telas que os impediam de perder a bola. Uma outra versão é que o padel teve o seu primeiro campo no México, em 1969, quando um milionário mexicano, Enrique Concuera, decidiu construir um campo de ténis na sua casa em Acapulco. Como o terreno era pequeno e muito próximo do mar, Concuera decidiu adaptar o campo ao local, fazendo-o menor e rodeado de paredes de tijolo.

Devido à influência do México, este desporto difundiu-se mais rapidamente nos países sul-americanos de origem espanhola. Na Argentina, o Padel é um desporto muito popular, vindo de lá a esmagadora maioria dos jogadores profissionais do circuito World Padel Tour, incluindo a dupla número 1, Fernando Belasteguin e Juan Martin Diaz.

O padel chegou a Portugal em 2001, a partir de Espanha – onde ganhara expressão nos anos 80, tendo hoje cerca de 2 milhões de praticantes. A partir da organização do Campeonato da Europa de 2008, no Clube de Ténis do Estoril, em que Portugal conseguiu atingir a sua melhor classificação, 3.º lugar, assistiu-se a uma “explosão” de novos campos e praticantes. Hoje, Espanha é o país da Europa com mais jogadores e 3 padel, seguido de Portugal.

 

Source news : dinheirovivo

Aber erstens bestimmen die länder per gesetz, ob und was übernommen wird, und zweitens hat es das noch nie gegeben, dass die beamten mehr als prufen Sie diesen Jungs die angestellten bekommen haben
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A moda do padel

Que desporto é este que anda a atrair tantos portugueses?

 

Quem joga garante que tem tanto de divertido como de viciante. E fácil de aprender, mesmo para quem nunca praticou despor­to. O padel é a «nova» moda dos jogos com raquete e pode jogar-se em família, entre ami­gos ou desconhecidos e até altas horas da noite. Nos últimos dois anos, os campos para a prática da modalidade, espécie de mistura entre o ténis o squash, têm-se multiplicado pelo país.

 

Cláudia Vieira é muitas vezes desafiada para jogar padel. Os amigos sabem que ela gosta da modalidade, até porque sempre foi uma apaixo­nada por ténis, de que é praticante regular. Quando experimentou o padel, ficou logo rendida. «É um desporto de equipa, mas mais descontraído», diz a atriz, modelo e apresentadora. «É ótimo para socializar. Como o campo é mais pequeno, ouvimo–nos todos muito bem. O ténis exige mui­to mais do ponto de vista físico e técni­co. E é mais competitivo. Mas o que im­porta é pormo-nos a mexer: trabalhar os músculos e o nosso coração. E o padel faz isso muito bem, com a vantagem de ser divertido.»

Nos últimos dois anos, o padel foi alvo de um boom quase difícil de explicar. O nú­mero de praticantes aumentou, o número de campos também. E agora? Será mais do que uma moda e continuará a crescer? Os responsáveis da Federação Portuguesa de Padel (FPP) garantem que sim e apontam a capacidade de retenção: 70 por cento de quem joga pela primeira vez quer repetir.

Trata-se de um desporto jogado a pares com raquetes e bolas próprias, mas com a pontuação igual à do ténis. O campo é re­tangular, dividido por uma rede a 88 cen­tímetros do solo, com relva sintética, al­catifa ou betão poroso, com dez metros de largura por vinte de comprimento. Nos topos e em parte das laterais existe uma superfície de vidro ou alvenaria, que os jogadores podem utilizar, dando efeitos tão loucos quanto imprevisíveis à bola e imprimindo, deste modo, uma grande dinâmica ao jogo.

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Rato atómico é como os companheiros de padel chamam a Vasco Palmeirim. Fotografia de Nuno Pinto Fernandes/Global Imagens

Source news: Magazine

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Banho de imersão no gelo: O analgésico natural

A primeira modalidade a usar o banho de imersão no gelo, foi o atletismo. Hoje em dia essa técnica é utilizada por outras modalidades, inclusive o tênis.

Esse tipo de técnica ajuda na redução de dores e na diminuição do risco de lesões, como a distensão muscular. Isso acontece devido o efeito imediato que o gelo exerce na região a qual está em contato.

Após uma partida, o corpo do atleta está totalmente vascularizado e com muito ácido látrico. A baixa temperatura gera uma vasoconstrição diminuindo o fluxo sanguíneo, fazendo com que o sangue se centralize na região abdominal para o melhor funcionamento das vísceras. Ao sair do gelo, o sangue circula com mais oxigênio, ajudando a eliminar as toxinas que ficam na musculatura devido ao esforço físico.

Geralmente a temperatura utilizada nos banhos de imersão varia entre -1ºc e 5ºc, durante um tempo de 3 a 5 minutos. Evite correr ou pular logo após a utilização dessa


  • Benefícios

    Produz anestesia, analgesia, diminui o espasmo muscular, induz ao relaxamento, permite mobilização precoce, incrementa o limite de movimentos, quebra o ciclo dor-espasmo-dor e diminui o metabolismo.

  • Quando usar

    Em fraturas consolidadas ou em fase de consolidação, alterações posturais, pós-lesões traumáticas como: entorses, luxações, subluxações, lesões impactantes, etc., além de pós-operatórios ósseos e articulares. Após atividade física prolongada e de esforço físico máximo. Isso tudo, de acordo com cada tipo de pessoa.

  • Resultados

    Dentre os resultados possíveis, podemos citar: benefícios como o aumento da amplitude de movimento, diminuição da tensão muscular, relaxamento, analgesia, melhora na circulação, absorção do exudato inflamatório e debridamento de lesões, bem como o incremento na força e resistência muscular, além de equilíbrio e propriocepção na redução do tônus muscular.

    O gelo se usado indiscriminadamente (sem a técnica adequada ou por tempo excessivo) pode ser lesivo para os tecidos, principalmente a pele. Em caso de dúvidas, consulte um Fisioterapeuta.

Fonte: David Homsi

Auch andere bekanntschaften und freundschaften nahmen in berlin ihren anfang, so mit dem theaterautor arnolt bronnen, ghostwriter trailer dem autorkollegen lion feuchtwanger, der lebenslangen mitarbeiterin elisabeth hauptmann oder dem komponisten kurt weill
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Como evitar lesões?

Infelizmente as lesões musculares são extremamente comuns no mundo do tênis. Só no Brasil, elas representam um total de 23,8%, isso só no tênis! Geralmente as regiões mais afetadas são os músculos isquiotibiais (posterior da coxa), quadríceps (anterior da coxa), tríceps sural (panturrilha) e o abdômen.

 Essas lesões podem ir desde uma contratura muscular, quando o músculo se contrai de maneira incorreta devido a uma sobrecarga de esforço continuado sobre um músculo ou tendão, até uma ruptura muscular, quando há o rompimento completo ou de grande parte das fibras musculares, causando a perda completa da função muscular.

A maioria das lesões acontece no começo ou no fim dos treinos e jogos, chegando à conclusão que o aquecimento inadequado e a fadiga podem favorecer o aparecimento do problema.



E o que fazer para diminuir o risco de lesões?

O preparo físico é fundamental na rotina de um tenista, devido a maratona de jogos e as preparações pré-jogos, por isso, é importante fazer um trabalho específico em paralelo a rotina de treinos e jogos.

O primeiro passo importantíssimo é o aquecimento, é através dele que os músculos serão informados quais movimentos terão que realizar durante todo o exercício. O alongamento também não pode ser deixado de lado, quando realizado após os exercícios, ele auxilia na evolução da força.

 Após um jogo ou treino muito intenso, a boa recuperação é fundamental. Nesse processo, atletas como Rafael Nadal, Maria Sharapova entre outros, têm usado a técnica do banho de imersão no gelo, ideal para quem precisa de uma recuperação rápida, já que além de diminuir as dores pós-exercícios e a fadiga muscular, ele faz a recuperação precoce do músculo.

Alinhando todas essas práticas a uma preparação física específica, é possível sim diminuir o risco de futuras lesões, afinal uma boa preparação melhora a força, resistência e a potência muscular.

Fonte: Revista Tênis


When the currents go go to this page opposite ways, the force is repulsive
Padel cresce em Portugal
Com um número estimado de praticantes que ascende a seis mil, esta modalidade tem registado grande expansão no nosso país nos últimos anos

O Padel é um desporto recente em Portugal, que tem atraído cada vez mais praticantes. O número de campos passou de cerca de 50 em 2011 para 107 em 2013, dos quais 56 em Lisboa. A modalidade começou a jogar-se em Portugal em 2001, estimando-se que o número de jogadores ascenda a 6000, dos quais 5000 na Grande Lisboa.

É um desporto que requer sempre quatro jogadores, mais precisamente duas duplas. A pontuação é idêntica à do ténis, sendo o campo também parecido, com as diferenças de dimensão (o de padel é mais pequeno) e dos vidros laterais e de fundo, onde a bola pode (e deve) bater depois de bater no chão, sendo a interação dos vidros que recoloca a bola em jogo, dando mais emoção e dinâmica à disputa dos pontos.

Ver os profissionais (Portugal já tem alguns) a jogar esta modalidade e a reagir com uma velocidade incrível às variantes do jogo é algo de fascinante. Proporciona espetáculos de destreza e habilidade em ambientes dinâmicos e competitivos, pois jogado a nível profissional envolve uma grande complexidade tática e estratégica.

A origem do Padel tem duas versões. Uma vem de uma lenda acerca de passageiros de navios ingleses que tentaram adaptar a prática do ténis ao espaço do navio, criando um “ténis de alto mar”, protegido por telas que não deixavam a bola cair ao mar. Uma outra versão, aparentemente a real, é que o Padel teve o seu primeiro campo no México, em 1969, quando um milionário mexicano – Enrique Concuera, decidiu construir um campo de ténis na sua casa em Acapulco.

Como o terreno era pequeno e muito próximo do mar, Concuera decidiu adaptar o campo ao local, construindo então um campo menor rodeado por paredes de tijolo. Foi aí que nasceu e ficaram definidas as dimensões e o regulamento deste desporto. Chegou a Portugal em 2001 a partir de Espanha.

 

Source news: OJogo

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